O presidente do MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho), Alessandro Gradaschi, participou, na segunda-feira (25/8) no Palácio Piratini, em Porto Alegre, do anúncio do governo do Estado de um investimento de R$ 30,93 milhões que será repassado a projetos culturais de 347 municípios. O montante é composto por R$ 25,95 milhões, provenientes do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), e por contrapartida de R$ 4,98 milhões das prefeituras. O repasse será destinado à contratação de artistas e de outros profissionais que prestam serviços criativos para atuarem em eventos culturais populares. sobre a liberação de recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

Com 1.700 entidades gauchescas vinculadas ao MTG, o presidente da entidade afirma que a área vive um momento especial, pois as entidades nunca receberam esse volume de recursos.
“O tradicionalismo sempre teve apoio do Governo do Estado, mas nunca neste patamar. E é importante destacar que os valores vão diretamente para as entidades e não para o MTG”, ressaltou Alessandro. Ele reforça que, de nada adiantaria a entidade estar forte, se os CTGs estiverem “capengas”, e sem condições de executar suas atividades na ponta.

Em 2026, MTG completa 60 anos

O governador Eduardo Leite, que fez o anúncio, destacou a importância dos recursos.
“Esse investimento de mais de R$ 30 milhões reafirma nosso compromisso com a cultura e com os artistas gaúchos. Ao beneficiar 347 municípios, fortalecemos a identidade das nossas comunidades e garantimos o acesso à cultura em todo o nosso Estado”, destacou Leite.

O secretário estadual da Cultura, Eduardo Loureiro, relembrou a série de investimentos feitos em diferentes áreas da Cultura desde o início do governo Leite, incluindo o tradicionalismo através do MTG. Em 2026, o MTG completará 60 anos, e para Alessandro, um dos projetos mais importantes capitaneados pelo Estado é a formação de polos de turismo, com investimento de R$ 3,6 milhões para todas as regiões tradicionalistas, sendo R$ 100 mil por entidade. “É a união do Estado com o MTG e quem ganha é o tradicionalismo”, conclui Alessandro.

Texto e fotos: Sandro Vinciprova

COMPARTILHE: